Team Work Make Team Work

CEO
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Vejo startups brotando por todos os lados e conforme o tempo passa, mais eu chego a conclusão de que o que as startups mais precisam é de por a mão na massa.

É interessante ver a quantidade de CEO’s que andaram me adicionando no linkedin. Não que eu seja uma pessoa muito importante, mas particularmente eu acho que o uso dos CEx’s deveriam ser proibidos para empresas sem funcionários e muito menos para aquelas que nem um faturamento tem. Não vou mentir, já fui uma CEO (Chief Empty Office) também, até por isso que eu acho que eu posso falar isso numa boa! :p

Issae pessoal, sem inventar desculpa para procrastinar e mão na massa!

O que é uma Startup?

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Fui convidada para participar da semana de empreendedorismo junto aos alunos da Administração da Universidade Estadual Paulista da cidade de Tupã como palestrante na  IX Semana de Adm. e I Semana de Eng. de Biossistemas 

Confesso que não estava mais motivada a participar de eventos, blogar e outras coisas do gênero.  Ando muito cansada e longe de ser um exemplo de mulher maravilha. Sério!

O convite tinha sido indicado de um grande amigo meu e eu resolvi topar  e perguntei ao curador do evento o que ele gostaria que eu falasse. Ele me respondeu que gostaria que eu contasse o que é um startup, pois os estudantes de Tupã pouco sabiam sobre essa nova geração de empreendedores que está nascendo no Brasil. Bem, isso não é uma particularidade dos alunos de Tupã. Apesar de termos acesso a uma quantidade de informações a respeito das startups eu arrisco a dizer que a grande maioria não sabe o que é. Até quem acha que está fazendo startup, quem acha que é investidor e por aí vai.

Sim, estou indignada com o que se prega  e o que é feito na prática.  O que eu quero dizer é que vendem uma ideia de como se a startup fosse um atalho  para ficar milionário. Primeiro falam sobre o modelo de negócios, apresentam o Canvas e logo já querem vender o tal do Pitch na versão: “Como apresentar sua ideia para um investidor”.  Bem, não tem coisa mais sádica iludir uma pessoa que há investidores que dão dinheiro pelas suas ideias.

Bem, depois de refletir e digerir isso que eu acabei de escrever, pensei: “Sim, eu já sei o que falar.”. De maneira nenhuma quero desmotivar alguém a começar um negócio, pelo contrário, eu acredito que as pessoas mais interessantes são aquelas que tem como motivação realizar. Gosto dos cases de sucesso brasileiros (mesmo que maquiados e inflados) mas acredito que a melhor maneira de criarmos uma geração empreendedora é compartilhando nossos erros  com o objetivo de que os próximos não precisem passar pelos mesmos erros. Assim como é possível prevenir a varíola por meio da vacina, acredito ser possível prevenir o vírus de pseudos-celebridades do ecossistema de startups do Brasil e assim vamos criando uma geração de empreendedores cada vez melhores.

Afinal o que é uma startup?

Bem, nem toda nova empresa é uma startup, mas toda startup é uma nova empresa. O que as diferenciam é ter um modelo de negócio escalável. O que torna uma empresa escalável é ter uma equipe enxuta cuja seu canal da distribuição de seu produto ou serviço não está presa a um limite geográfico (espacial) então por isso, nós fazemos sua distribuição por meio da tecnologia online.

Bem, esse conceito não inventei, já está bem mastigadinho por aí e vender produtos ou serviços online pode até parecer simples, então vamos a parte que mais atormenta os novos empreendedores: Modelo de Negócio.

Modelo de Negócio:

O que temos em um modelo de negócio? Ok. A resposta é simples, vamos olhar o canvas de cada dia antes de respondermos qualquer coisa:

Captura de Tela 2014-07-20 às 22.20.28

Ok, nós temos: Clientes, parceiros, proposta de valor, canais de comunicação e de distribuição, atividades e recursos chaves , despesas e é claro RECEITA!

Bem, para saber se seu modelo de negócio  é realmente presta, comece a se questionar  e a pergunta mais importante a ser feita é: Isso dá dinheiro?

Ah sim! Essa é a pergunta mais importante. As despesas não  deixarão de existir se você não tiver receita, então tenha isso em mente quando resolver começar um negócio antes de perder seu tempo com um nome maravilhoso, logotipo, proposta de valor e por aí vai…

Então o primeiro passo para não dar um tiro no pé logo no início é descobrir se alguém pagaria pelo que você oferece e quanto pagaria? Depois disso faça as contas e veja se vale a pena enfrentar o prazo que você tem para começar a se pagar.

Eu vejo esse ponto como uma xarada! Pois é exatamente aí em que as águas se dividem, onde separam as crianças dos adultos e os ricos dos pobres. Porque eu digo isso?

Não é fácil e nunca será. Se você tem uma reserva em dinheiro, mesmo que enxuta para validar o seu negócio, você terá que tracionar o seu negócio e para isso você vai depender de um time e seu time dependerá de você para sobreviver e assim suas noites serão cada vez menores, você aparecerá menos para seus amigos e sua vida vai virar um inferno. Ao menos que você seja (muito) rico.

Bem, se você conseguir responder a primeira pergunta encarar o que vier pela frente e começar a faturar de verdade, você é um empreendedor e tem uma startup de verdade. De agora em diante: boa sorte ;)

A maior lição depois de 1 ano :)

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Já se passaram mais de dois meses que meu Blog completou um ano e eu nem me dei conta (acontece). Pois é! O tempo passa, as prioridades mudam e o tempo que te sobra você o acaba utilizando para poder abstrair e se manter equilibrado. Enfim, agora que arrumei um tempo, com tantas coisas para compartilhar decidi gravar este vídeo sobre o quanto minha maneira de pensar e enxergar mudou ao longo do ano e meu maior aprendizado nisso tudo:

 

Vamos parar de correr atrás do que parece ser extraordinário para primeiro aprender a resolver as coisas simples?

Saí da caixa e fui fazer faxina!

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O verdadeiro “Get out of the build”, “mão na massa” ou na sujeira como preferir… Como sabem estou vivendo altas aventuras como operações na startup Blumpa e nosso DNA está se moldando baseado em experiências reais dos fundadores, sócios e colaboradores enfrentando o dia-a-dia de uma profissional. SIM! Nós fazemos faxina e aqui eu compartilho o que aprendo quando eu saio a campo. ;)

Recomendo também: Steve Blank

Ganhamos tração

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Sabe qual deve ser a melhor parte de ter uma startup? A hora que ela deixa de ser uma e vira uma empresa de verdade. Nosso ecossistema está se aquecendo a cada dia, novas aceleradoras aparecem, novos editais com apoio financeiro do governo, mais eventos, networking e cada vez mais distrações que se não usadas de maneira moderada, não vão levar a lugar algum, além do próximo edital.
Estou no meu terceiro mês de Blumpa e crescemos absurdamente esses últimas semanas e que nos fizeram tomar decisões muito importantes e dolorosas como abrir mão de dois programas de aceleração neste último mês (Lisbon Challenge e Seed-MG) e para quem acompanha a minha jornada aqui no Blog já conhecem o quanto eu gostaria de estar sempre entre as startups selecionadas. Mas ao refletir esses últimos dois meses percebi que inconscientemente estar entre as primeiras não passava de apenas ego de startup. Não que o ego seja uma coisa ruim, desde que ele seja usado para os motivos corretos, o que realmente importa não é estar entre as primeiras startups e sim ser a melhor do nosso segmento, no caso, serviços domésticos.
De maneira alguma quero desmerecer o trabalho das aceleradoras e de programas que favorecem o cenário para algumas starups. O problema é que se não utilizado de maneira correta, o que deveria ajudar apenas se torna uma distração que vai prejudicar a única coisa que não deve ser prejudicada: o negócio.

Porque abrimos mão do SEED Programa de aceleração de MG:

Vejo o SEED-MG como um dos melhores programas de aceleração do mundo, mas antes disso, vejo a Blumpa mais incrível do que nunca. Já fazemos a diferença na vida de milhares de pessoas e notamos o quanto devemos melhorar nossas operações para começarmos escalar e vemos isso como um momento muito delicado para dividirmos nossa equipe.
Além disso, nas mesmas semanas dobramos nossa equipe de operações e já estamos fazendo parte da vida de centenas de profissionais de limpeza e alguns milhares de clientes, fatos que nos ajudaram a fazer uma escolha racional, mesmo de malas prontas para Belo Horizonte.
Foi doloroso abrir mão de uma vaga que centenas de startups almejam, mas foi um alívio por outro lado, estamos construindo nossos alicerces e nos preparando para um mercado muito maior que nos aguarda.

Estamos em São Paulo, em silêncio, trabalhando e logo vamos operar em novos mercados caminhando para deixarmos de ser apenas uma startup. Se você mora em São Paulo e deseja conhecer mais e até fazer parte das melhorias das nossas operações, acesse o Blumpa e contrate nossos serviços para nos dar o seu valioso feedback e ainda ganha um descontinho ao utilizar o código: MENINA10BLUMPA .
;)

Métricas de Elogios

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Quantos acessos seu site tem? Quantos compram? Quantos voltam? Métricas, métricas, métricas… Desde que eu entrei no Blumpa tenho vivido empreendedorismo de verdade o que é realmente empreender. Muitos tem uma ideia, poucos tentam colocar em prática, menos ainda os que conseguem colocar o produto no ar e são raríssimos os casos que conseguem monetizar todo o trabalho feito.

O que mais me chamou atenção na nova empreitada na Blumpa é a satisfação garantida dos ambos os públicos que nós trabalhamos e atendemos: Cliente finais e as profissionais de limpeza.  Isso me fez lembrar de um dos livros de empreendedorismo que eu mais amei ler “Satisfação Garantida” ou “Delivering Happines” do grande Tony Hsieh. Acredito que esse livro deveria ser obrigatório para qualquer pessoa que deseja empreender.

De que adianta criar empresas com ideias mirabolantes cheias de promessas que você não vai conseguir entregar? Por mais que um modelo de negócio pareça simples, ele continua dando trabalho e acabam falhando por se desatentarem ao mais importante fator para fazer com que a roda continue girando: a satisfação dos clientes.

Empreender não é sair dando palestras para todos os lados, não é sair em mídia e muito menos viver de bolsa de governo e o que eu mais tenho visto lamentavelmente são os CEO’s (Chief Edital Office), que estão presos a uma ideia que não vai para frente, mas para não perderem o orgulho de ficarem dando palestras acabam por não abrir mão da Startup, se especializam em preencher formulários de editais e esquecem de entregar o a única coisa que os tornam empreendedores de verdade: valor para seus clientes.

Na Blumpa temos acessos, pessoas compram e uma grande parte volta. Nós não acertamos todas ainda, mas o que nos mantém focados e motivados são as vezes que acertamos e quanto mais acertamos, mais motivados ficamos. Então descobrimos que essa será nossa principal métrica, a mesma que Tony Hsieh, founder da Zappos mais prezou, tirar um “Wow!” da boca de seus clientes.

O que é empreender se não fazer o bem por pessoas que não conhece? E que tal começar as surpreendendo?

#Quero1MilhãoDeElogios!

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Customer Development Vs. “Cavalos mais velozes”

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Mais um post escrito por Ibrahim e com uma mãozinha de Raíssa ;)

Se podemos fazer uma supersíntese de tudo o que prega as metodologias voltadas à startups em tornarem ideias e transformá-las em empresas, é esta: ouça seus potenciais clientes! Ou seja: “faça o bendito customer development.”

É claro que existem objeções válidas a esta abordagem – incluindo uma de um dos maiores empreendedores de todos os tempos.

Eis o Steve Jobs na biografia de Walter Isaacson:

“Algumas pessoas dizem: ‘Dê aos consumidores o que eles querem’. Mas esta não é a minha abordagem. Nosso trabalho é descobrir o que eles querem antes que eles saibam. Acredito que Henry Ford uma vez disse, ‘Se eu perguntasse aos meus clientes o que eles queriam, eles teriam me dito: ‘Um cavalo mais veloz!”. As pessoas não sabem o que eles querem até que você mostre a elas. É por isso que nunca confio em pesquisas de mercado. Nossa tarefa é ler as coisas que ainda não estejam claras.”

Sempre existirá uma tensão e as vezes até um desequilíbrio entre ouvir os clientes e inovar para eles. Grandes companhias fazem ambos e sabem o que fazer a cada momento. Como Handy Hindi aponta, a frase de Henry Ford e seus famosos “cavalos mais velozes” não é na verdade uma prova irrefutável contra a pesquisa do mercado. Veja a frase novamente. Os clientes de Ford não disseram que queriam um cavalo mais “seguro”, “confortável” ou “mais econômico”. Eles disseram que queriam cavalos mais velozes. Eles eram perfeitamente claros sobre o que eles queriam e exatamente isso foi feito. Não preciso nem dizer o que aconteceu com a Ford nos últimos anos né? Jobs estava certo: “Nossa tarefa é ler as coisas mesmo que ainda não estejam claras.” Muitas vezes essas coisas estão nas entrelinhas, no contexto de tempo e espaço. Se você não dialogar com o seu cliente, você perde estes insights sutis, mas cruciais.